O telefone de mesa deixa de ser um equipamento isolado, conectado a um ponto fixo e limitado a uma única função, e passa a ocupar um papel mais estratégico dentro do fluxo de relacionamento. Funcionando via rede de dados e conectado à nuvem, ele acompanha o ritmo de times distribuídos, modelos híbridos de trabalho e atendimento remoto. Esse movimento é especialmente relevante para quem depende de times de suporte, cobrança, televendas, pós-venda e centrais de relacionamento. Nesses cenários, cada minuto perdido entre etapas de atendimento impacta indicadores de produtividade, de satisfação e de tempo médio de resolução.





