A quarta temporada de O Poder e a Lei chega à Netflix nesta quinta-feira (5), e os fãs do advogado Mickey Haller já estão ansiosos para descobrir como ele vai se livrar da enrascada em que se meteu no final da terceira parte.
Mas antes de mergulhar nos novos episódios, que tal relembrar os principais acontecimentos da temporada anterior?
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A série baseada nos livros de Michael Connelly trouxe sua temporada mais pessoal e emocionante até agora, com Mickey enfrentando uma conspiração de corrupção que vai do topo ao fundo do sistema de justiça de Los Angeles.
Prepare-se para revisitar mortes chocantes, revelações perturbadoras e aquele final de cair o queixo.
O Poder e a Lei: relembre final da 3ª temporada da série da Netflix
O caso de Julian La Cosse e a morte de Glory Days
A terceira temporada gira em torno da defesa de Julian La Cosse, um homem inocente acusado de assassinar Gloria Dayton, mais conhecida como Glory Days, ex-cliente e amiga de Mickey.
Julian trabalhava como uma espécie de intermediário digital, verificando a identidade de clientes que contratavam acompanhantes para proteger as profissionais do sexo, enquanto ficava com 20% dos lucros.
Embora Julian tenha visitado Gloria quando ela estava atrasada com um pagamento e as coisas tenham ficado tensas (ele chegou a segurá-la pelo pescoço para se defender), ele a deixou viva.
O verdadeiro assassino era o agente corrupto da DEA James De Marco, que incendiou a casa de Gloria para silenciá-la permanentemente. A razão? Gloria estava prestes a testemunhar contra ele em um caso que exporia sua parceria de mais de uma década com o cartel de Juárez.

A conspiração que vai além do crime
De Marco não agia sozinho. Ele tinha em seu bolso o investigador particular Neil Bishop, ex-policial da LAPD que aceitou dinheiro sujo há dez anos para arquivar um caso de duplo homicídio ligado ao cartel de Juárez. A conexão entre os personagens e suas motivações revelou camadas profundas de corrupção institucional.
Para provar que Bishop e De Marco ainda trabalhavam juntos, Cisco e Izzy montaram equipamentos de vigilância em uma casa e fizeram os dois acreditarem que uma testemunha poderia surgir com novas informações.
Os criminosos caíram na armadilha e foram flagrados plantando cocaína na casa, tudo registrado em câmera. Mickey usou as imagens para convencer Bishop a testemunhar no caso de Julian.
A morte de Bishop e o desfecho trágico
Em uma das cenas mais impactantes da temporada, Bishop sobe ao banco das testemunhas e confessa tudo: como rastreou Gloria, como fingiu ser um cliente para descobrir seu endereço e como passou a informação para De Marco.
Quando Mickey pergunta se ele acreditava que De Marco já havia encontrado Gloria morta, Bishop admite que não. Dominado pela culpa, ele saca uma arma escondida, pede desculpas ao filho e se mata ali mesmo, na frente de todos.
A cena levou três dias e cerca de 50 tomadas para ser filmada, e o ator Holt McCallany entregou uma performance devastadora que deixou até mesmo o elenco emocionado.
Mickey, apesar de ter conseguido a verdade que precisava, carrega o peso de ter empurrado Bishop até aquele ponto sem volta.

Vítimas e consequências ao longo da temporada
A terceira temporada teve um número alto de mortes. Além de Glory Days e Bishop, Eddie Rojas, amigo da família e motorista temporário de Mickey, foi morto em um acidente de carro orquestrado por De Marco.
Deborah Glass foi assassinada por seu ex-marido abusivo após a promotora Andrea Freeman esquecer de avisá-la sobre a liberação temporária dele. O grande problema que a série precisava resolver estava apenas começando a se desenhar.
O próprio De Marco acabou sendo executado pelo cartel de Tijuana, que enviou uma foto do corpo dele com uma cobra no pescoço para o escritório de Mickey. E Julian quase morreu após ser esfaqueado na prisão por outro detento que também estava sendo chantageado por De Marco, mas foi ressuscitado pela equipe médica.
Mickey quase desiste, mas Hayley o traz de volta
Após toda a violência e corrupção que testemunhou, Mickey chegou a considerar abandonar a advocacia. Mas foi sua filha Hayley quem o fez mudar de ideia.
Depois de um período afastada do pai por culpá-lo pela morte de Eddie, ela aparece na casa dele com comida tailandesa e um pedido de desculpas. Hayley diz que o sistema só funciona se as pessoas o fizerem funcionar e ainda revela que está pensando em seguir carreira jurídica, mas como promotora, não como advogada de defesa.
O que esperar da quarta temporada, então? Tudo já estava sendo preparado nesse momento de reconciliação entre pai e filha, mas ninguém imaginava o que viria a seguir.

O final chocante: um corpo no porta-malas
Depois de vencer o caso de Julian e garantir um acordo milionário para ele, Mickey finalmente decide tirar férias.
Ele sai de um jantar com sua equipe e dirige seu Lincoln Continental azul pelas ruas de Los Angeles quando é parado por um policial. O motivo? Sua placa está faltando. Mas o pior ainda estava por vir: há algo que parece sangue escorrendo do porta-malas.
Quando o policial abre o compartimento, lá está o corpo de Sam Scales, o vigarista que foi o primeiro cliente de Mickey e o primeiro caso oficial de Lorna, morto a tiros.
Mickey não faz ideia de como aquilo foi parar ali, e os espectadores ficaram com um dos maiores cliffhangers da série. Entre os lançamentos da semana na Netflix, a quarta temporada promete finalmente responder a essa pergunta.
Agora que você já relembrou tudo que rolou na terceira temporada, está mais do que preparado para maratonar os novos episódios de O Poder e a Lei.
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Autor: TecMundo








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