Nos rótulos dessas embalagens, segundo o inquérito policial, constava que o suplemento era composto apenas por produtos naturais – sem revelar as outras substâncias –, com a promessa de emagrecimento. Para esta falsificação, eram usados Cadastros Nacionais da Pessoa Jurídica (CNPJs) de empresas habilitadas e que não possuem vínculo com a organização criminosa.




