João Fonseca está fora do US Open, último Grand Slam da temporada, a ser realizado em Nova York, nos Estados Unidos. O atleta comunicou nesta segunda-feira (24) que ainda não se recuperou das dores no abdômen que sentiu há uma semana, em Cincinnati.
“Após passar por exames e iniciar o tratamento no abdômen, ficou claro para mim e para a minha equipe que eu preciso de mais tempo para me recuperar 100% e poder competir em alto nível. Assim, infelizmente não poderei disputar o US Open”, afirmou o carioca.
“Não foi uma decisão fácil de tomar, já que é um torneio muito especial para mim. Seguimos trabalhando para poder voltar o quanto antes. Agradeço imensamente pelas mensagens de apoio e também pelos desejos de feliz aniversário”, acrescentou o tenista, que completou 20 anos na semana passada.
Fonseca voltou ao Rio de Janeiro na última quarta-feira (19) na tentativa de se recuperar, mas o prazo ficou curto. A chave principal do US Open —quarto torneio da série Grand Slam, com as quatro principais disputas do circuito— terá início no domingo (30).
O jovem agora tenta se recuperar a tempo agora para jogar o duelo do Brasil com a Suíça pela Copa Davis , que ocorrerá de 18 a 20 de setembro, no Rio de Janeiro.
GRAND SLAM
Em 2025, Fonseca estreou pela primeira vez na chave principal do US Open. Na ocasião, caiu na segunda rodada para o tcheco Tomás Machac por 3 sets a 0.
Apesar de ter desistido do Masters 1000 de Cincinnati antes da terceira rodada, Fonseca se manteve como 26º do mundo, com 1.800 pontos e o posto de número dois da América Sul. Tem 180 pontos a menos do que o argentino Francisco Cerundolo (25º).
João tem na carreira a 24ª como a melhor posição que ocupou.
Nesta temporada, Fonseca só caiu na estreia no Aberto da Austrália. No Aberto da França, em Roland Garros, onde derrotou o sérvio Novak Djokovic na terceira rodada, conseguiu ir até as quartas de final. Em Wimbledon, foi eliminado na terceira rodada.
DUPLISTAS
Os brasileiros Rafael Matos e Orlando Luz atingiram nesta segunda-feira (24) suas melhores colocações na história do ranking mundial e chegam em alta à chave principal de duplas do US Open. Eles conquistaram os dois últimos Masters 1000: Canadá e Cincinnati, nos Estados Unidos, no domingo (23).
Matos, de 30 anos, subiu quatro casas e hoje é o 20º melhor. Sua melhor posição anterior era o 27º lugar.
Luz, de 28 anos, melhorou nove posições e agora é o 13º. O 22º posto fora sua melhor colocação.
Autor: Folha








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