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Pacholok comenta dificuldade de Lunsford em manter físico – 30/10/2026 – Músculo

A derrota de Derek Lunsford na categoria Men’s Bodybuilding —também chamada de Open— do Olympia 2026 chocou parte dos fãs na noite de 26 de setembro. Para Fabrício Pacholok, seu treinador, o fisiculturista americano apresentou o melhor físico de toda a sua carreira no dia 25, durante as prévias da competição, mas não conseguiu segurar essa versão para as finais.

“Para mim, ele apresentou seu melhor físico na sexta-feira (…) Físico incrível nas prévias, mas não conseguimos segurar para as finais. No ano passado também houve piora, então tem alguma coisa aí que precisamos ajustar juntamente ao Chris (Aceto, preparador de Lunsford) para que ele consiga manter no sábado o mesmo físico que ele apresenta na sexta”, afirma o profissional de Educação Física.

Durante a conversa, Pacholok também apontou que, em sua visão particular, seu atleta venceu unanimemente as prévias e, se a súmula apontasse isso, o resultado do show teria terminado empatado: “Eu não conseguia enxergar outro resultado que não fosse uma vitória unânime do Derek nas prévias. Concordo com o resultado de sábado. De acordo com essa minha visão, portanto, o placar geral terminaria com um empate entre o (Samson) Dauda, o Derek e o Nick (Walker) —Derek em primeiro nas prévias e em terceiro nas finais; Dauda em terceiro nas prévias e em primeiro nas finais; Nick em segundo nas duas noites (a final ocorreu no sábado, dia 26). Entretando, não foi isso o que aconteceu. Os árbitros entenderam que, na sexta, o Nick venceu o Derek por um ponto”.

Ao fazer um balanço de seus resultados no Olympia —com destaque para Zama Benta, da categoria Women’s Physique— , o treinador comenta os resultados adversos que obteve com o próprio Lunsford e com Ramon Dino, que também caiu do primeiro lugar para o terceiro: “Nós tínhamos o título e não esperávamos nada abaixo disso. Por isso, foi um resultado abaixo do esperado. Isso não dos deixou feliz. Muitos tentaram me confortar ao dizer que ‘o top 3 não é ruim’ e, de fato, não é —longe disso. Mas eu, como profissional, não posso me contentar em cair posições. Seria ruim se eu estivesse contente (com os resultados de Dino e Lunsford nas categorias Classic Physique e Open, respectivamente). Isso, sim, seria preocupante. Fiquei triste, mas a resposta para isso é trabalhar. É o que eu sempre fiz”.


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Autor: Folha

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