quinta-feira, outubro 29, 2026
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4 bombas que Lula deixou e que ameaçam o futuro da economia

Quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assumir o Palácio do Planalto em 5 de janeiro, pela quarta vez, herdará uma economia em que a dívida pública não para de crescer, os juros estão fora de controle e o poder de compra das famílias está enfraquecido.

Para analistas ouvidos pela Gazeta do Povo, o modelo petista que ancorou o crescimento no estímulo constante à demanda, sem ganhos de produtividade, esbarrou nos próprios limites, e se não houver correção o cenário mais provável é de uma crise de crédito.

As fontes também indicam que se não houver uma mudança contundente de rumos na condução econômica, o país pode enfrentar uma estagnação prolongada.

Segundo o head de alocação da XP Investimentos, Rodrigo Sgavioli, o país vive uma dinâmica de um pé no acelerador e outro no freio — em referência à expansão dos gastos públicos, que estimula a demanda, mas pressiona a inflação e obriga o Banco Central (BC) a manter os juros elevados para contê-la.