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China endurece as proibições de saída de seus cidadãos

A China vai aplicar a partir de 15 de setembro um novo regulamento que permite proibir a saída do país de cidadãos envolvidos em atividades consideradas pela ditadura comunista “nocivas para a segurança nacional”.

De acordo com informações da agência EFE, a normativa, promulgada pelo Conselho de Estado na última sexta-feira (31), tem 19 artigos e visa, segundo o regime chinês, “regular a administração de saída e entrada” e “salvaguardar a soberania, a segurança e os interesses de desenvolvimento” do país.

O artigo 4 da norma prevê três motivos para impedir a saída de um cidadão chinês. Os dois primeiros preveem uma proibição de entre seis meses e três anos por ter sido sancionado por fraude documental ou por entrar ou sair do país de forma ilegal, e por ter realizado no exterior atos que a China considere uma “ameaça” à sua segurança nacional.

A terceira hipótese se aplica àqueles que tenham infringido as normas de controle de exportações ou de importação e exportação de tecnologia, um caso para o qual o regulamento não fixa nenhum limite de tempo para a proibição.