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13 empresas brasileiras que derreteram na Bolsa nos últimos anos

A decretação da falência da Oi e os pedidos de recuperação judicial da Casas Bahia e extrajudicial da Braskem, ocorridos neste mês, são apenas os casos mais recentes de empresas brasileiras que foram gigantes em seus setores, mas passaram a enfrentar graves crises financeiras nos últimos anos.

Embora cada uma tenha razões particulares para chegar à situação trágica, em comum todas acumulam alto endividamento em um ambiente econômico de juros elevados, dificultando a rolagem de dívidas, a captação de novos recursos ou o financiamento de prejuízos.

Nesse grupo estão também várias outras empresas de ramos diversos, como Ambipar, Americanas, Azul, Gafisa, Gol, Infracommerce, Marisa, PDG, Raízen, Viveo e Sequoia Logística, cujo valor das ações negociadas na B3 recuou mais de 80% de janeiro de 2023 para cá – em alguns casos as perdas superam os 99%.

Para várias das companhias, a sobrevivência exigiu recuperações judiciais, renegociação com credores e grandes aumentos de capital, processos que, em muitos casos, preservaram a empresa, mas destruíram o valor para antigos acionistas.