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Nobel da Paz esnoba Trump e premia jurista que acusou Israel

Apesar de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter afirmado pelo segundo ano seguido que merecia receber o Prêmio Nobel da Paz, o comitê norueguês esnobou o mandatário americano novamente e nesta sexta-feira (9) decidiu conceder a honraria à jurista sul-africana Navanethem “Navi” Pillay.

Em comunicado, o comitê afirmou que Pillay, de 85 anos, foi reconhecida “por seus esforços na promoção da paz e do direito internacional”.

No início da sua carreira, ela defendeu opositores ao apartheid, o sistema discriminatório que governou a África do Sul entre 1948 e 1994, sendo aliada de Nelson Mandela.

Depois, atuou como juíza na Alta Corte da África do Sul, no Tribunal Penal Internacional para Ruanda, criado para julgar os responsáveis pelo genocídio de 1994 no país africano, e no Tribunal Penal Internacional (TPI).