
Com rejeição de quase 90% entre o eleitorado evangélico, conforme dados da AtlasIntel/Bloomberg, Lula pode sofrer um desgaste ainda maior até outubro.
Desde que os dados foram divulgados pelos institutos, no mês passado, influenciadores, cantores gospel, lideranças evangélicas e fiéis passaram a impulsionar uma campanha para ampliar a desaprovação ao petista.
As publicações listam uma série de ações da esquerda contra ideias e princípios do segmento religioso, com afirmações de que esse campo político viola valores cristãos. Os posts também mencionam um boicote com o objetivo de zerar a base do lulopetismo no pleito deste ano e elevar a rejeição a 100%.
Estimativas mais recentes indicam que os evangélicos já somam mais de 50 milhões no Brasil, representando cerca de 30% da população. Em 2022, na disputa polarizada entre Lula e o ex-presidente Jair Bolsonaro, já havia forte resistência nesse grupo.
Desde o início do terceiro mandato, a relação se deteriorou ainda mais, não apenas pela condução do governo, mas também por declarações de aliados e medidas vistas como contrárias à base religiosa.
Ao longo de 2023, primeiro ano do atual mandato, os índices de desaprovação já vinham em alta, avançando até um patamar considerado difícil de reverter. A tendência, segundo avaliações de mercado, é que Lula alcance cerca de ao menos 95% de rejeição entre os fiéis, o que tornaria uma eventual reeleição praticamente inviável.
Jornais, portais e revistas têm publicado reportagens e análises destacando, com base em dados, o peso do eleitorado evangélico na definição do resultado não apenas da disputa presidencial, mas também dos cenários estaduais. Isso porque há forte convergência na formação de opinião e na decisão de voto dentro do grupo. Apesar das diferenças entre denominações, os fiéis tendem a seguir direções semelhantes no momento do voto.








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