Uma reportagem da Folha sobre o primeiro acesso à saúde de indígenas isolados pelo uso de telessaúde venceu o prêmio Merck Foundation Media Recognition Award 2025, na categoria online na temática “Diabetes e Hipertensão“.
O programa TeleNordeste, do Ministério da Saúde, passou a realizar consultas trianguladas no SUS em 2022, conectando dezenas de pessoas que vivem em aldeias isoladas e comunidades ribeirinhas no Nordeste do país com médicos especialistas. Os principais atendimentos realizados até o momento foram com endocrinologistas e cardiologistas, reflexo do aumento da incidência de doenças crônicas e ligadas ao envelhecimento na população indígena.
Segundo a última estimativa do Atlas da Federação Internacional de Diabetes (IDF, na sigla em inglês), 16,6 milhões de adultos convivem com o diabetes atualmente no Brasil, ou cerca de 9,14% de sua população acima de 18 anos.
Já a hipertensão atinge 3 a cada 10 brasileiros, e é chamada de “doença silenciosa”, pois não possui sintomas típicos, mas é fator de risco para outras condições, como doenças cardiovasculares, AVC e problemas neurológicos.
O texto da Folha, de autoria de Ana Bottallo, ficou em 1º lugar na categoria online para a América Latina.
O jornalista Leon Ferrari, do Estado de S. Paulo, venceu na categoria impresso. Outros 51 jornalistas de 32 países do mundo, majoritariamente da África, foram reconhecidos. A premiação, em sua quinta edição, avaliou as melhores reportagens veiculadas em diferentes canais da imprensa que promovem um modo de vida saudável ou geram conhecimento sobre prevenção e detecção precoce de diabetes e hipertensão em um formato acessível a todo o público.
Autor: Folha




















