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Veja a opinião de quem assistiu à pré-estreia de Dark Horse

“Épico”, “excepcional”, “emocionante”, “histórico”. Essas são algumas das reações dos espectadores que assistiram à pré-estreia mundial do filme Dark Horse na noite da última segunda-feira (15), em Las Vegas, nos Estados Unidos.

A exibição do filme, que será lançado oficialmente nos cinemas norte-americanos no dia 11 de setembro, foi o ponto alto do primeiro dia do congresso conservador “Fraud-Fighter Summit”, organizado pelo grupo UnAuthorized. A data para o lançamento da obra no Brasil ainda não foi divulgada pelos produtores.

Dirigida por Cyrus Nowrasteh, a cinebiografia estrelada por Jim Caviezel aborda a campanha presidencial de 2018 e o atentado sofrido por Jair Bolsonaro (PL) em Juiz de Fora (MG). O roteiro é assinado por Cyrus e Mark Nowrasteh e baseado em material escrito pelo deputado federal Mário Frias (PL-SP), segundo o próprio parlamentar.

O influenciador digital e ex-combatente da Marinha dos EUA Michael Jaco esteve no evento em Las Vegas e assistiu à pré-estreia mundial de Dark Horse. Em um vídeo publicado em seu perfil no YouTube, ele descreveu o filme como “excepcional” e disse que ainda quer assistir à obra “mais duas ou três vezes”.

“O filme tem um conteúdo muito importante, mostra a corrupção que está ocorrendo no Brasil, principalmente durante as eleições. E isso acontece seguindo um mesmo padrão, por isso é fundamental que muitas pessoas vejam”, comentou.

Filme pode influenciar eleitores nos EUA, avalia ex-militar

Jaco elogiou a atuação de Jim Caviezel no papel de Bolsonaro e disse que o filme pode alcançar uma bilheteria inédita, na casa de bilhões de espectadores ao redor do mundo.

Como o filme tem previsão de lançamento nos EUA antes das eleições parlamentares, o militar aposentado acredita que Dark Horse pode influenciar o resultado das urnas.

“Pode até parecer que isso não acontece nos EUA. E todos nós podemos aprender um pouco mais sobre essa corrupção. É um filme muito denso, e será ótimo que muitos americanos vão poder assistir a ele. Espero que isso inspire os eleitores a darem bons votos na eleição”, completou.

Dark Horse é “melhor filme da década”, diz ex-boxeador

David Nino Rodriguez, ex-boxeador e influenciador digital, também estava no congresso conservador e assistiu a Dark Horse. Em um vídeo curto postado em seu perfil no X ele elogiou a produção e disse que o filme “merece uma nota 9,5 de 10”.

Ele ainda elogiou o protagonista e disse que, assim como em “Som da Liberdade”, Caviezel “detonou” novamente como Bolsonaro em Dark Horse. Ainda assim, avaliou Rodriguez, será necessária uma grande mobilização para que o filme atinja um grande público.

“Ele [Caviezel] vai precisar da nossa união, dos patriotas, para com esse filme. Hollywood não tem nada a ver com esse filme, é um ‘dark horse’ (fazendo um trocadilho com o significado do nome, “azarão”, em tradução literal). É um filme incrível sobre Bolsonaro. Cinco estrelas, provavelmente o melhor filme da década”, disse.

“Isso pode acontecer em qualquer outro lugar do mundo”

Um dos momentos de destaque do evento foi a chegada de Tina Peters à convenção. Ela é ex-funcionária pública no condado de Mesa, no Colorado, e recebeu perdão judicial após ter sido condenada, em 2024, a nove anos de prisão por fraude no sistema eleitoral.

Antes de a sessão de Dark Horse ser iniciada, ela destacou a importância da produção. “Eu acompanhei o que aconteceu com Bolsonaro, e isso pode acontecer em qualquer outro lugar do mundo. Por isso, fiquem atentos a esse filme e demonstrem seu respeito pelo que essas pessoas passaram no Brasil”, afirmou, sob aplausos do público.

Remédio antes da facada foi “providência divina”, diz Eduardo Bolsonaro

Após a exibição do filme, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro participou de um dos painéis do congresso. Questionado sobre a fidelidade do roteiro aos fatos ocorridos durante a campanha eleitoral de 2018, ele garantiu que “quase tudo o que aparece no filme é real”.

Um ponto que, segundo Eduardo, foi adaptado no roteiro do filme ocorreu quando seu pai tomou um remédio oferecido por um amigo antes do ataque sofrido em Minas Gerais – em Dark Horse, o comprimido é oferecido a Jair Bolsonaro por uma mulher.

De acordo com o ex-deputado, Gilson Machado, um amigo próximo, ofereceu um antibiótico para Bolsonaro na manhã do dia anterior à facada. O remédio seria para tratar uma dor de garganta que poderia atrapalhar a campanha em Juiz de Fora.

“Geralmente não se toma antibiótico por causa disso, mas ele estava em campanha e não poderia parar. Esse amigo alertou que a voz dele não poderia parar. No dia seguinte, ele [Bolsonaro] foi esfaqueado e não teve infecção por causa disso. As pessoas chamam isso de coincidência, mas nós chamamos de providência divina”, disse.

Autor: Gazeta do Povo

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