
Em reunião nesta semana em Washington, o futuro ministro das Relações Exteriores da Colômbia, Omar Bula, e o chanceler de Israel, Gideon Sa’ar, concordaram em retomar as relações diplomáticas entre os dois países, rompidas pelo presidente colombiano em fim de mandato, Gustavo Petro.
Em post no X, Sa’ar disse que ele e Bula traçaram “um roteiro detalhado para a restauração plena e imediata das relações diplomáticas e econômicas” entre os dois países após a posse do direitista Abelardo de la Espriella, que acontecerá em 7 de agosto.
“A Colômbia abrirá uma embaixada em Jerusalém, capital de Israel, e o Ministério das Relações Exteriores fornecerá toda a assistência necessária para esse fim. Concordamos em dispensar mutuamente a exigência de vistos”, acrescentou o chanceler israelense.
Sob Petro, a Colômbia rompeu relações diplomáticas com Israel em maio de 2024 devido à ofensiva israelense contra o grupo terrorista Hamas na Faixa de Gaza; no ano passado, o presidente esquerdista suspendeu um tratado comercial com Israel.
A maioria dos países mantém suas embaixadas em Israel em Tel Aviv e apenas oito têm suas representações em Jerusalém: Fiji, Guatemala, Honduras, Kosovo, Papua Nova Guiné, Paraguai, Somalilândia (região separatista da Somália, reconhecida como Estado apenas por Israel) e Estados Unidos.
O presidente da Argentina, Javier Milei, afirmou que também transferirá a embaixada do seu país para Jerusalém, mas ainda não cumpriu a promessa.
Autor: Gazeta do Povo








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