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como “briga inútil” de Lula comprometeu o país

No programa Última Análise desta quinta-feira (16), os convidados falaram a respeito das consequências político e econômicas das novas tarifas do presidente americano Donald Trump, no montante de 25% sobre mais de 70% das exportações brasileiras para os EUA. Segundo Marco Rubio, Secretário de Estado dos Estados Unidos, a medida ocorreu em decorrência da falta de boa-fé nas negociações e do “ego pessoal” do presidente Lula (PT).

“Lula sempre optou em se contrapor aos Estados Unidos. Por isso, a rejeição ao petista fica agora bem consolidada. Já passou da hora do país ter estabilidade econômica. Ele colocou o Brasil em uma briga inútil e contra os Estados Unidos”, lamenta o escritor Francisco Escorsim.

Em seguida, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) emitiu uma nota lamentando a perda de vínculos construídos ao longo de 200 anos de cooperação entre Brasil e EUA. A nota culpa o governo por “ruídos diplomáticos desnecessários”, críticas personalistas e desalinhamento político com Washington.

“O governo transformou o tarifaço em uma disputa eleitoral e colocou a família Bolsonaro no centro do debate. Assim, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi aos EUA para evitar a tarifa, ou seja, fazer o que o governo não fez. De novo, temos uma disputa de retórica”, avalia Escorsim.