quinta-feira, agosto 20, 2026
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Mappin, Mesbla, Arapuã e outras gigantes que faliram

Os pedidos de recuperação judicial do grupo Casas Bahia e da Marabraz, ambos protocolados no último final de semana, inauguram mais um capítulo no histórico de crises que de tempos em tempos assombram gigantes do setor do varejo brasileiro.

A Casas Bahia tenta renegociar cerca de R$ 17,3 bilhões em dívidas, depois de oito trimestres consecutivos de prejuízo, mesmo após ter recorrido a uma recuperação extrajudicial em 2024. Na semana passada, a rede anunciou o fechamento de 298 lojas e a demissão de cerca de 3 mil funcionários.

No caso da Marabraz, são cerca de R$ 140 milhões em dívidas que a empresa precisa renegociar. Por meio da recuperação judicial, as empresas, duas grandes varejistas do país, esperam conseguir preservar as operações.

Com os pedidos, as empresas se juntam a um grupo em que estão também Americanas, Grupo Pão de Açúcar, Casa & Vídeo e Tok&Stok, que entraram em recuperação judicial ou extrajudicial para evitar o fechamento nos últimos anos.