sexta-feira, agosto 14, 2026
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O que está por trás da cachaça com diamante vendida a R$ 16 mil

Uma cachaça de R$ 16 mil por garrafa exposta na principal feira do setor virou símbolo da aposta do mercado brasileiro no segmento premium. A Weber Haus, de Ivoti (RS), levou a Diamant 21 à Expocachaça, realizada no início de agosto em Belo Horizonte (MG). A edição limitada de mil unidades tem 21 anos de envelhecimento e diamante incrustado no vidro.

A versão mais cara traz um diamante de 3,6 gramas lapidado e incrustado manualmente no vidro. Sem a pedra, o preço cai para R$ 10 mil, mas permanece como uma das cachaças mais caras do país. A primeira garrafa da série foi leiloada em novembro de 2021 por R$ 67 mil.

Ainda assim, não é a mais cara do mercado. A VB Platinum, da Velho Barreiro, lançada em 2023, custa cerca de R$ 1 milhão e tem a garrafa revestida de ouro rosé e diamantes.

O processo de produção da Diamant 21 começou no início dos anos 2000 por Hugo Weber e seu filho Evandro, atual CEO da marca. Com 40% de graduação alcoólica, o destilado passou por processo duplo de envelhecimento: seis anos em barris de carvalho e mais 15 em tonéis de bálsamo.