As autoridades russas informaram nesta terça-feira à OMS (Organização Mundial da Saúde) que não há casos de peste na cidade de Irkutsk, na Sibéria, onde uma funcionária de laboratório de um instituto de pesquisa sobre a doença morreu na semana passada, segundo um porta-voz da agência de saúde da ONU.
Moscou, que, segundo as normas sanitárias internacionais, deve responder às solicitações da OMS no prazo de 24 horas, havia informado anteriormente à organização que as autoridades investigavam se a morte da funcionária havia sido causada por peste pneumônica.
“Não foi registrado nenhum caso dessa doença perigosa na cidade de Irkutsk, Federação Russa”, disseram as autoridades russas em uma resposta oficial a uma solicitação da OMS, lida pelo porta-voz da organização, Christian Lindmeier, durante uma coletiva de imprensa em Genebra.
As autoridades também informaram à agência da ONU que identificaram as pessoas que tiveram contato com a funcionária falecida e os resultados dos testes para agentes infecciosos perigosos foram negativos.
A Reuters não conseguiu determinar de imediato se isso significava que a funcionária do laboratório também havia sido testada e se a possibilidade de peste poderia ser descartada em seu caso. A missão diplomática russa junto à ONU em Genebra não respondeu de imediato a um pedido de comentário.
A OMS havia afirmado anteriormente que o risco de peste para a população em geral parecia ser baixo.
sua assinatura pode valer ainda mais
Você já conhece as vantagens de ser assinante da Folha?
Além de ter acesso a reportagens e colunas, você conta com newsletters exclusivas (conheça aqui).
Também pode baixar nosso aplicativo gratuito na Apple Store ou na Google Play para receber alertas das principais notícias do dia.
A sua assinatura nos ajuda a fazer um jornalismo independente e de qualidade. Obrigado!
sua assinatura vale muito
Mais de 180 reportagens e análises publicadas a cada dia. Um time com mais de 200 colunistas e blogueiros. Um jornalismo profissional que fiscaliza o poder público, veicula notícias proveitosas e inspiradoras, faz contraponto à intolerância das redes sociais e traça uma linha clara entre verdade e mentira. Quanto custa ajudar a produzir esse conteúdo?
Autor: Folha




















