O presidenciável do PL, Flávio Bolsonaro, anunciou os nomes de 47 aliados que devem disputar o Senado nas eleições de outubro, quando cada estado brasileiro elegerá dois senadores. Além dos candidatos do PL, Flávio vai apoiar nomes de partidos que integram sua aliança, para assegurar a força dos palanques estaduais na corrida pelo Palácio do Planalto.
Após o anúncio dos nomes em uma live na semana passada, o pré-candidato à Presidência se reuniu com o grupo apoiado por ele na quarta-feira (11), em Brasília.
São apenas dois os estados em que o partido não tem candidato próprio e aposta na candidatura de uma dupla de siglas aliadas. “Não tenho dúvida de que a partir de 2027, com essa renovação de dois terços, o Senado será ainda mais de centro-direita”, afirmou Flávio.
Confira os nomes dos candidatos de Flávio Bolsonaro por estado
Ao todo, a coalizão estará presente com dois nomes ao Senado em 19 estados e no Distrito Federal. Em sete estados, o presidenciável do PL irá apoiar apenas um nome para o Senado.
Dos 47 candidatos aliados, 33 são do PL e 14 fazem parte de coligações estaduais compostas por Republicanos, Novo, MDB, Progressistas, Podemos, PSD, PSDB ou União Brasil. Os nomes dos candidatos serão confirmados até este sábado (15), data-limite para o registro das chapas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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PL busca reeleição no Acre e aposta em coligação com Republicanos
Márcio Bittar (PL)
Empresário e pecuarista, Márcio Bittar foi deputado federal pelo Acre e eleito ao Senado em 2018, pelo MDB. Neste ano, buscará a primeira reeleição na Casa Alta. Ganhou projeção no Senado pela atuação em pautas econômicas e fiscais e pela aproximação com o ex-presidente Jair Bolsonaro. Em 2022, disputou o governo do Acre pelo União Brasil e ficou em quinto lugar.
Mara Rocha (Republicanos)
Jornalista e educadora física, Mara Rocha foi eleita deputada federal pelo Acre em 2018 e tentou disputar o governo do Acre em 2022 pelo MDB, quando ficou na terceira colocação, com 11% dos votos válidos. Ela integra a chapa ao governo do estado encabeçada pelo aliado de Flávio, o senador Alan Rick (Republicanos-AC).
Alagoas tem substituição de Alfredo Gaspar e aliança com Arthur Lira
Marina Candia (PSDB)
A ex-primeira-dama de Maceió Marina Candia (PSDB-AL) foi anunciada por Flávio e Rogério Marinho como a substituta de Alfredo Gaspar (PL-AL), que foi escolhido pela campanha para compor a chapa pura como candidato a vice-presidente. Marina Candia é esposa do pré-candidato ao governo da coligação, João Henrique Caldas (PSDB-AL), o JHC, ex-prefeito de Maceió. Durante o mandato do esposo, que foi reeleito pelo PL, ela atuou em projetos sociais na capital alagoana.
Arthur Lira (PP)
Filho do ex-senador Benedito de Lira, o cacique do Progressistas chegou à Câmara dos Deputados em 2011 e tornou-se uma das principais lideranças do Centrão. Foi presidente da Câmara de 2021 a 2025, período em que ganhou poder de articulação sobre a pauta legislativa e o orçamento. “O Arthur Lira foi um compromisso do presidente Bolsonaro para ser um dos nossos candidatos ao Senado em Alagoas”, ressaltou Flávio.
Flávio apoia ex-primeira-dama em aliança com o PSD no Amapá
Rayssa Furlan (Podemos)
Rayssan Furlan ganhou projeção estadual como primeira-dama de Macapá. Ela é esposa do pré-candidato ao governo do Amapá Dr. Furlan (PSD), que deixou o comando da capital para disputar o Executivo estadual.
Lucas Barreto (PSD)
Empresário e político tradicional do Amapá, Lucas Barreto foi vereador de Macapá e deputado estadual antes de chegar ao Senado. Foi eleito senador em 2018 e busca a primeira reeleição. “Uma pessoa que durante o governo do presidente Bolsonaro foi uma base forte. Inclusive, movimentos de direita trabalham junto com o Lucas Barreto”, disse o filho do ex-presidente Bolsonaro.
Deputado federal é o candidato ao Senado pelo PL no Amazonas
Capitão Alberto Neto (PL)
O policial militar chegou à Câmara dos Deputados em 2019 pelo Republicanos e foi reeleito em 2022 pelo PL. Tornou-se uma das principais vozes da direita no Amazonas, com atuação concentrada em segurança pública e pautas conservadoras. Foi candidato à prefeitura de Manaus em 2020 e 2024, chegando ao segundo turno na última eleição municipal.
Ex-ministro de Bolsonaro integra chapa ao Senado na Bahia
João Roma (PL)
O ex-deputado federal João Roma ganhou projeção nacional como ministro da Cidadania no governo Jair Bolsonaro. Em 2022, disputou o governo da Bahia pelo PL e terminou em terceiro lugar, com 9% dos votos válidos. Roma é presidente do PL baiano e uma das principais lideranças da direita no estado. “Ele ajudou a fazer o palanque do presidente Bolsonaro em uma região em que a gente tinha uma grande dificuldade”, recordou Marinho.
Angelo Coronel (Republicanos)
Ex-deputado estadual e ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Angelo Coronel foi eleito senador em 2018 pelo PSD, mas migrou para o Republicanos durante o primeiro mandato na Casa Alta. Flávio e Marinho destacaram a importância da aliança para fazer frente aos pré-candidatos petistas Jaques Wagner e Rui Costa.
PL confirma dupla de senadores em oposição a grupo petista no Ceará
Alcides Fernandes (PL)
O nome do pastor da Assembleia de Deus Alcides Fernandes, pai do deputado federal e presidente do PL cearense, André Fernandes, foi confirmado após o atrito público envolvendo Flávio e Michelle Bolsonaro, que defendia a indicação de Priscila Costa. Durante encontro com os pré-candidatos ao Senado, a ex-primeira-dama chamou Fernandes para fazer uma oração, sinalizando para a pacificação e apoio à candidatura dele. Fernandes foi eleito deputado estadual em 2022 e teve trajetória legislativa ligada à defesa de pautas da direita cearense.
Capitão Wagner (União)
Ganhou notoriedade nacional ao liderar movimentos de policiais no Ceará. O ex-deputado federal disputou o governo do Ceará em 2022 e foi derrotado no primeiro turno, tendo obtido 31% dos votos válidos. Também disputou a prefeitura de Fortaleza em 2020 e 2024. É uma das principais lideranças da oposição ao governo petista no Ceará. “O estado é muito importante para a nossa estratégia de campanha. Um local onde tivemos uma grande diferença [de votos] na eleição passada em 2022”, avaliou Marinho.
Distrito Federal terá Michelle Bolsonaro como protagonista
Michelle Bolsonaro (PL)
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro entrou oficialmente para a política em 2022 com a filiação ao PL. Ela assumiu a presidência nacional do PL Mulher, percorrendo o país para fortalecer a participação feminina na política. O movimento colocou Michelle em evidência no partido e é considerada uma das aliadas mais importantes na campanha presidencial do PL.
Bia Kicis (PL)
Eleita deputada federal pela primeira vez em 2018, Bia Kicis se tornou uma das parlamentares mais próximas do então presidente Jair Bolsonaro e uma das principais representantes do conservadorismo na Câmara. Em 2021, presidiu a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), uma das principais comissões da Casa. No ano seguinte, foi reeleita pelo PL e é uma das maiores aliadas de Michelle Bolsonaro.
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Michelle terá campanha própria ao Senado sem se afastar do palanque de Flávio
Filha de Magno Malta disputa Senado pelo PL no Espírito Santo
Maguinha Malta (PL)
Filha do senador Magno Malta (PL-ES), Maguinha passou a ser cotada pelo PL capixaba para o Senado e foi confirmada na aliança com o Republicanos. Como o mandato do pai vai até o final de 2030, ela pode fazer companhia ao senador se vencer o pleito de outubro. A família Malta é uma das principais forças políticas conservadoras do Espírito Santo. “Maguinha Malta tem mostrado grande combatividade, alguém que tem espírito público e vocação para fazer um grande mandato”, disse Marinho, sobre a estreante.
Evair de Melo (Republicanos)
Eleito deputado federal pelo Espírito Santo em 2014 e reeleito em 2018 e 2022, Evair de Melo tem atuação concentrada no agronegócio, integrando a bancada ruralista. Ele se tornou um defensor das pautas conservadoras na Câmara e tem uma relação próxima ao ex-presidente Bolsonaro.
PL aposta em força digital de Gayer na eleição ao Senado em Goiás
Gustavo Gayer (PL)
Empresário e influenciador digital, Gustavo Gayer tornou-se conhecido por vídeos e posicionamentos conservadores nas redes sociais. Foi eleito deputado federal em 2022 pelo PL e passou a integrar a ala mais combativa da direita na Câmara. Gayer foi indiciado pela Polícia Federal por suposto uso indevido da cota parlamentar em desdobramento da operação Discalculia, que apura o desvio de verbas para financiar os atos de 8 de janeiro de 2023, em Brasília. Depois de um mandato marcado pela forte presença nas redes e pela atuação em pautas ideológicas, ele disputa pela primeira vez uma cadeira ao Senado.
Oséias Varão (PL)
Fundador da Frente Conservadora de Goiás e vereador de Goiânia, Oséias Varão é o segundo nome da chapa “puro-sangue” do PL no estado. Foi eleito vereador pela primeira vez em 2016 e voltou à Câmara Municipal em 2024. Neste ano, tentará dar um salto da política municipal para o Senado.
PL terá “azarão” como candidato ao Senado no Maranhão
Cidônio Gonçalves (PL)
Advogado e pecuarista, Cidônio Gonçalves disputa pela segunda vez uma eleição. Há dois anos, ele concorreu à prefeitura de Açailândia no pleito municipal. “É um candidato que tem espírito público, que está se dispondo a fazer o nosso palanque em um local extremamente difícil. […] Está tendo a coragem de mostrar a cara e fazer a campanha”, comentou Marinho.
Deputado federal é único candidato do PL no Mato Grosso
José Medeiros (PL)
José Medeiros foi eleito suplente de senador em 2010 e assumiu o mandato em 2015, após a renúncia de Pedro Taques. Em 2018, foi eleito deputado federal e reeleito em 2022, como uma das principais lideranças da direita de Mato Grosso. Aliado do ex-presidente Bolsonaro, ele tem atuação marcada por pautas conservadoras e críticas ao STF.
PL aposta em dobradinha ao Senado no Mato Grosso do Sul
Reinaldo Azambuja (PL)
Ex-governador do Mato Grosso do Sul de 2015 a 2022, Reinaldo Azambuja se filiou ao PL em 2025 e logo passou a ser cotado como pré-candidato ao Senado com apoio do presidente nacional da sigla, Valdemar Costa Neto. Ele também foi deputado estadual e deputado federal sul-mato-grossense.
Capitão Contar (PL)
Oficial da Polícia Militar, Contar foi eleito deputado estadual em 2018 pelo PSL e tornou-se uma das principais lideranças da direita conservadora no estado. Em 2022, ele disputou o governo de Mato Grosso do Sul com apoio do então presidente Bolsonaro e chegou ao segundo turno. Contar recebeu 43% dos votos válidos, mas foi derrotado pelo governador Eduardo Riedel (PP-MS), que hoje lidera a aliança com o PL.
Sem aliança, Flávio terá apenas um candidato em Minas Gerais
Domingos Sávio (PL)
Médico veterinário, Domingos Sávio iniciou a carreira política como vereador em Divinópolis e depois foi deputado estadual. Está na Câmara dos Deputados desde 2011, tendo sido reeleito sucessivamente. Passou pelo PSDB e posteriormente migrou para o PL, aproximando-se do campo conservador. Presidente do PL mineiro, ele é considerado um dos principais aliados de Flávio no estado. Em 2026, busca a vaga para o Senado pela primeira vez. A coligação com outra sigla em um dos estados mais decisivos do país foi prejudicada pelo impasse envolvendo a candidatura ao governo do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG). Assim, o PL lançou a candidatura do empresário Flávio Roscoe.
Delegado e evangélico são candidatos do PL ao Senado no Pará
Delegado Éder Mauro (PL)
O deputado federal Éder Mauro foi delegado e construiu a carreira política na defesa de pautas ligadas à segurança pública. Foi eleito deputado federal em 2014 e reeleito nos pleitos seguintes. Neste ano, ele disputa o Senado pela primeira vez após se tornar um dos principais representantes do grupo político de Bolsonaro no estado. Em 2024, foi candidato a prefeito de Belém e fez críticas ao governo federal por sediar a COP30 na capital paraense no ano passado.
Zequinha Marinho (Podemos)
Evangelista da Assembleia de Deus, o pedagogo Zequinha Marinho foi deputado estadual, deputado federal e vice-governador do Pará. Em 2018, foi eleito senador pelo estado e busca neste ano a primeira reeleição. No Congresso Nacional, faz parte das frentes parlamentares Evangélica e da Agropecuária.
Ex-ministro da Saúde é candidato do PL na Paraíba
Marcelo Queiroga (PL)
Médico cardiologista, Marcelo Queiroga presidiu a Sociedade Brasileira de Cardiologia antes de entrar para a política. Ele foi ministro da Saúde de 2021 a 2022, durante a pandemia de Covid-19, no governo Jair Bolsonaro. Depois de deixar o ministério, Queiroga disputou a prefeitura de João Pessoa em 2024, chegando ao segundo turno.
PL e Novo formam aliança pelo Senado no Paraná
Deltan Dallagnol (Novo)
Ex-procurador da República e um dos principais nomes da operação Lava Jato, Deltan Dallagnol foi eleito deputado federal em 2022, mas teve o mandato cassado pelo TSE em 2023. Desde então, manteve atuação política e passou a atuar como embaixador do partido Novo.
Filipe Barros (PL)
O advogado Filipe Barros foi eleito deputado federal pelo Paraná em 2018 e reeleito em 2022. O alinhamento com o ex-presidente Bolsonaro coloca o parlamentar como um dos principais porta-vozes da direita conservadora no estado. Na Câmara dos Deputados, Barros defende temas ligados à liberdade de expressão e segurança pública, além de ser um dos principais críticos ao STF.
Ex-ministro da Educação chega ao PL para disputar Senado em Pernambuco
Mendonça Filho (PL)
Político tradicional de Pernambuco, foi deputado estadual, deputado federal e vice-governador do estado. Também foi ministro da Educação no governo Michel Temer. Durante a última janela partidária, o deputado federal trocou o União Brasil pelo PL para concorrer ao Senado no reduto eleitoral de Lula (PT).
Presidente estadual do PL é candidato ao Senado no Piauí
Tiago Junqueira (PL)
Engenheiro agrônomo e empresário do setor agropecuário, o presidente estadual do PL no Piauí, Tiago Junqueira, estreia nas urnas em 2026, logo na disputa por uma cadeira ao Senado.
Rio de Janeiro tem dupla do PL após impasse envolvendo Cláudio Castro
Carlos Portinho (PL)
Advogado no ramo esportivo e político, Carlos Portinho foi secretário municipal no Rio de Janeiro e chegou ao Senado como primeiro suplente, assumindo o mandato no final de 2020. Inicialmente, o senador não era cotado pelo PL para reeleição, mas com a inelegibilidade do ex-governador Cláudio Castro (PL-RJ) e dificuldades na articulação com outros nomes, o partido lançou o nome de Portinho.
Carlos Jordy (PL)
O deputado federal Carlos Jordy (PL) foi eleito pela primeira vez em 2018. Na eleição seguinte, ele foi reeleito como uma das principais vozes da direita no Rio de Janeiro. É um dos nomes mais próximos da família Bolsonaro no Congresso.
Aliança une Novo e PL no Rio Grande do Sul
Ubiratan Sanderson (PL)
Delegado da Polícia Federal, Sanderson foi eleito deputado federal pelo Rio Grande do Sul em 2018 e reeleito em 2022, concentrando o discurso principalmente nas pautas da segurança pública, do combate ao crime organizado e temas conservadores.
Marcel van Hattem (Novo)
Marcel van Hattem chegou à Câmara Federal em 2019. Reeleito em 2022, o parlamentar do Novo é uma das principais lideranças nacionais da sigla, com atuação fortemente liberal na economia e críticas ao STF e ao governo Lula.
PL tem candidatos ligados ao setor de segurança pública no Rio Grande do Norte
Styvenson Valentim (Podemos)
Capitão da Polícia Militar, ficou conhecido no estado pela atuação na fiscalização da Lei Seca. Foi eleito senador em 2018 pela Rede. Apesar de ter sido associado à direita em temas como segurança pública, manteve trajetória relativamente independente no Senado. Neste ano, busca a primeira reeleição após se filiar ao Podemos.
Coronel Hélio Oliveira (PL)
Oficial da Polícia Militar e nome ligado à direita potiguar, Coronel Hélio Oliveira disputa a segunda eleição em 2026, após concorrer à prefeitura de Natal nas eleições municipais de 2020. Oliveira já afirmou que deve priorizar as propostas sobre a segurança pública na campanha.
Médico e aliado de Bolsonaro formam dupla do PL em Rondônia
Fernando Máximo (PL)
O médico Fernando Máximo foi eleito deputado federal em 2022 pelo União Brasil e neste ano disputa uma cadeira ao Senado. Ex-secretário estadual de Saúde de Rondônia durante a pandemia da Covid-19, Máximo teve trajetória política ligada principalmente à saúde pública e à defesa de pautas da direita conservadora.
Bruno Scheid (PL)
Pecuarista e empresário do agronegócio, Scheid estreia nas urnas na disputa pelo Senado como representante do setor rural. Vice-presidente do PL em Rondônia, ele ficou conhecido no estado após ser autorizado por Alexandre de Moraes a fazer uma das primeiras visitas a Bolsonaro, logo após a transferência do ex-presidente preso para a Papudinha, em janeiro deste ano.
Eleito pelo Rio, Hélio Lopes é candidato ao Senado por Roraima
Hélio Lopes (PL)
Militar da reserva e deputado federal pelo Rio de Janeiro, Hélio Lopes é um dos aliados mais próximos de Jair Bolsonaro dentro do PL. Neste ano, ele transferiu o domicílio eleitoral para Roraima, com aval do ex-presidente da República, para disputar uma cadeira ao Senado. Nas urnas, ele levará o sobrenome do líder da direita: “Hélio Bolsonaro”, conforme o registro da candidatura no TSE.
Nicoletti (PL)
Policial rodoviário federal e ex-militar do Exército, Nicoletti foi eleito deputado federal por Roraima em 2018 e reeleito em 2022. Começou no PSL, passou pelo União Brasil e migrou para o PL em 2026.
PL tem candidatura dupla com líder catarinense e Carlos Bolsonaro
Caroline de Toni (PL)
A advogada Caroline de Toni foi eleita deputada federal por Santa Catarina em 2018 e reeleita em 2022. É uma das principais representantes da direita catarinense e presidiu a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara em 2024. Tem forte atuação em pautas conservadoras, especialmente costumes, segurança e Poder Judiciário.
Carlos Bolsonaro (PL)
Vereador do Rio de Janeiro desde 2001, o filho de Jair Bolsonaro trocou de domicílio eleitoral no final de 2025 para disputar a eleição no estado mais conservador do país. Um dos vereadores mais votados do país em 2024, Carlos renunciou ao cargo no Legislativo carioca e aposta no legado do pai para ocupar uma das cadeiras de Santa Catarina no Senado.
Coligação Flávio-Tarcísio tem presidente da Alesp e ex-secretário de Segurança
André do Prado (PL)
Deputado estadual desde 2011, André do Prado assumiu a presidência da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), em 2023, e se tornou um importante aliado do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). Ele também contou com apoio do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, para ficar com a vaga da sigla na coligação após um longo debate devido à ausência de Eduardo Bolsonaro, que deixou o país alegando perseguição política.
Guilherme Derrite (PP)
Oficial da Polícia Militar, Derrite foi eleito deputado federal em 2018 e reeleito em 2022. No ano seguinte, assumiu a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo no governo Tarcísio de Freitas, reforçando as bandeiras associadas à segurança pública e ao endurecimento da política criminal.
PL tem chapa “puro-sangue” em Sergipe
Rodrigo Valadares (PL)
O empresário Rodrigo Valadares foi eleito deputado estadual em Sergipe em 2018 e deputado federal em 2022. Neste ano, assumiu a presidência do PL sergipano como uma das principais lideranças da direita no estado. Deve priorizar a defesa de pautas conservadoras, a liberdade econômica e as críticas ao STF na campanha.
Coronel Rocha (PL)
Oficial da reserva da Polícia Militar, Coronel Rocha busca a primeira vitória nas urnas em sua curta trajetória política. Em 2018, estreou nas urnas como candidato a deputado federal, mas não conseguiu a vaga para o Congresso. Dois anos depois, perdeu a eleição para a prefeitura de São Cristóvão (SE).
Tocantins tem ex-líder do governo Bolsonaro na chapa ao Senado
Eduardo Gomes (PL)
Empresário e político, Gomes foi deputado federal por três mandatos antes de chegar ao Senado em 2019. Ex-líder do governo Bolsonaro, ele disputa a primeira reeleição na articulação política para assegurar um palanque de peso no Norte do país.
Carlos Gaguim (União)
Ex-prefeito de Palmas, o deputado federal Carlos Gaguim foi governador do estado do Tocantins entre 2009 e 2010. É uma liderança tradicional da política tocantinense e terá o apoio de Flávio Bolsonaro na corrida ao Senado após aliança com o PL.
Autor: Gazeta do Povo








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