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Sul-coreanas mudam de ideia sobre ter filhos e fertilidade volta a crescer no país

Embora os números ainda estejam longe do ideal, a Coreia do Sul está conseguindo reverter uma tendência que aflige vários países pelo mundo: as taxas de fertilidade – número médio de filhos que uma mulher tem ao longo da sua vida reprodutiva –, que tiveram queda durante vários anos, voltaram a crescer.

Um relatório do Ministério de Dados e Estatísticas, divulgado em agosto, apontou que 254,3 mil bebês nasceram no país em 2025, um aumento de 6,7% em relação a 2024 e o maior número registrado desde 2021.

A taxa de fertilidade da Coreia do Sul subiu para 0,8 no ano passado, a segunda alta consecutiva. A variação de 0,72 para 0,75 entre 2023 e 2024 havia sido o primeiro crescimento desse indicador na Coreia do Sul desde 2015.

Embora a taxa de fertilidade nacional siga muito abaixo dos 2,1 necessários para manter o tamanho de uma população estável sem depender da imigração, a alta dos últimos dois anos indica que o país começa a encontrar um caminho para resolver o problema, com as mulheres sul-coreanas manifestando maior interesse em ser mães.