A tirolesa da Estância Pedra do Índio, em Ribeirão Claro, na região do Norte Pioneiro do Paraná, é a maior do estado em extensão. Com 1 km de descida — o equivalente a sobrevoar dez campos de futebol — e 128 metros de altura, oferece vista sobre a Represa de Chavantes.
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A tirolesa começa no Morro da Aldeia e segue até o monumento que dá nome à estância. Em operação desde setembro de 2019, a atração é o carro-chefe do local e responde por pelo menos 70% dos visitantes que chegam à propriedade, segundo o coordenador de Turismo de Aventura da Estância Pedra do Índio, João Paulo Molini.
De acordo com a administração, o movimento varia ao longo do ano. Em meses de baixo movimento, a estância atende mais de 2,3 mil pessoas.
Já em meses de maior fluxo, como dezembro e junho, mais de 4,5 mil visitantes marcam presença no local, que também conta com restaurante, trilhas, mergulhos, canoagem, voos de parapente e mirantes.
Outro destaque da estância é a Pedra do Índio. Famosa pela formação rochosa de arenito, que esculpida pelo vento, se assemelha ao perfil de um rosto indígena, oferece uma vista panorâmica da Represa de Chavantes.
A distância de Curitiba até a Estância Pedra do Índio é de aproximadamente 407 km pela rota mais rápida: saindo da capital pela BR-376 sentido interior do estado.
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Tirolesa oferece vista panorâmica em 360º da estância
Para aproveitar o atrativo, é necessário seguir regras específicas de peso:
- Modalidade principal (sentado): Permite descidas individuais (peso mínimo de 40 kg e máximo de 120 kg) ou em dupla (peso máximo de 150 kg, somando os dois participantes). A descida sentada permite observar a vista em 360º de toda a área da estância.
- Modalidade “Superman” ou “Superwoman” (deitado): Voltada aos amantes da adrenalina, o participante é fixo na horizontal. A modalidade atinge maiores velocidades, proporcionando uma sensação similar a um voo livre. São permitidas apenas descidas individuais, com peso máximo de 100 kg.
Molini reforça a segurança da tirolesa. “Nossos equipamentos são certificados e sempre passam por vistorias do órgão competente, perante o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (CREA-PR), afirma.
O local faz parte do destino turístico Angra Doce, uma parceria entre o Governo do Paraná e o estado de São Paulo, que compreende municípios das duas margens do reservatório da Usina Hidrelétrica de Chavantes.
Autor: Gazeta do Povo








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