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Arcebispo dos EUA ensina por que patriotismo é virtude religiosa

Dom Paul Coakley, presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB, na sigla em inglês), refletiu sobre “a virtude do patriotismo” no jantar de abertura da Convenção Suprema dos Cavaleiros de Colombo em Denver. No discurso, Coakley traçou uma distinção clara entre patriotismo autêntico e nacionalismo distorcido, enfatizando que o verdadeiro amor ao país deve estar enraizado na virtude. “O patriotismo não é, antes de tudo, uma virtude política; é uma virtude religiosa”, disse ele no jantar de 4 de agosto, que abriu a 144ª convenção dos Cavaleiros no Gaylord Rockies Resort and Convention Center.

O arcebispo de Oklahoma City, membro de quarto grau dos Cavaleiros de Colombo, disse que o patriotismo naturalmente “flui do Quarto Mandamento”, que ordena honrar pai e mãe. Ele disse que “pode ser corretamente compreendido como uma forma de amor familiar estendido para fora”.

Coakley citou os escritos de Santo Tomás de Aquino sobre a piedade da “Suma Teológica”, nos quais o teólogo explicou os deveres que uma pessoa tem para com sua nação, comparando-os aos deveres devidos aos pais.

“Os princípios do nosso ser e governo são nossos pais e nosso país que nos deram nascimento e sustento”, Coakley citou da “Suma”. “Consequentemente, o homem é principalmente devedor de seus pais e de seu país, depois de Deus. … Assim como pertence à religião adorar a Deus, … assim pertence à piedade, em segundo lugar, dar honra aos nossos pais e ao nosso país.”