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Como Trump acabou com as políticas woke no Exército dos EUA

O presidente Donald Trump iniciou um desmonte das políticas de diversidade e inclusão nas Forças Armadas dos Estados Unidos. Desde a sua posse em janeiro de 2025, o governo republicano assinou decretos que extinguem o uso de critérios de raça ou sexo para recrutamento e promoções militares, focando em meritocracia e letalidade para romper com a orientação adotada na gestão anterior de Joe Biden.

O que são as políticas woke e DEI mencionadas pelo governo?

As políticas DEI, sigla para Diversidade, Equidade e Inclusão, são programas que buscam aumentar a representatividade de diferentes grupos sociais, como minorias raciais e mulheres, em instituições. No contexto militar, o governo Trump classifica essas ações como ‘woke’, um termo usado para criticar o foco em pautas progressistas que, segundo ele, distraem as tropas da sua função real. Na visão da atual gestão, essas medidas prejudicavam a eficiência militar. Por isso, estruturas burocráticas ligadas a esses temas no Departamento de Defesa foram totalmente desmanteladas.

Como Pete Hegseth está mudando o sistema de promoções no Pentágono?

Sob o comando de Pete Hegseth, o Pentágono passou a adotar uma revisão rigorosa para barrar militares associados a agendas de diversidade. Até agora, ao menos 40 indicações de generais e almirantes foram bloqueadas por estarem ligadas a políticas DEI. O novo critério determina que promoções e novas oportunidades sejam baseadas exclusivamente no desempenho individual, no mérito técnico e nas necessidades estratégicas de combate, sem qualquer meta de representação de gênero ou cor. O objetivo declarado pelo secretário é focar na letalidade e na prontidão das tropas para vencer guerras.

Quais mudanças foram aplicadas ao condicionamento físico e à disciplina?

O governo endureceu as regras de apresentação pessoal e exigências físicas. Foram instituídos testes de condicionamento duas vezes por ano e um controle de peso mais severo. Hegseth afirmou que os padrões para funções de combate não serão flexibilizados para favorecer a entrada de mulheres. Se uma candidata não atingir o nível exigido, ficará de fora, regra que também vale para homens incapazes. Além disso, as normas de aparência ficaram mais rígidas, com restrições maiores a barbas e cabelos longos, buscando recuperar a padronização visual e a disciplina tradicional militar.