São Paulo
“Nunca aceitei um ‘não tem mais o que fazer’.” Foi com essa determinação que Henrique Fogaça, 52, enfrentou o que considera a sua maior missão: buscar alternativas para oferecer mais qualidade de vida à filha Olívia, 19, que nasceu com uma síndrome rara até hoje não identificada pelos médicos e que causa limitações motoras e frequentes convulsões.
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Autor: Folha








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