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Indústria brasileira critica Banco Central por corte tímido dos juros

Entidades representativas da indústria brasileira criticaram o Banco Central pelo corte tímido de 0,25 ponto percentual na taxa básica de juros tomada nesta quarta-feira (5). Com a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), a Selic passou de 14,25% para 14% ao ano, patamar que entidades do setor classificam como insuficiente para reduzir o custo do crédito, estimular investimentos e impulsionar o crescimento da economia.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) afirmou que a taxa de juros continua em um nível que prejudica as empresas e reduz o poder de compra das famílias. Segundo a entidade, a Selic está 3,6 pontos percentuais acima da taxa de equilíbrio da economia brasileira, estimada em 10,4%.

“Não há justificativa compreensível para a manutenção da taxa de juros em um nível tão alto”, afirmou Ricardo Alban, presidente da CNI.

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