O goleiro Dibu Martínez, da Argentina, fez 11 defesas na final da Copa do Mundo de 2026. Unai Simón, da Espanha, precisou fazer dez, uma a menos, durante toda a campanha do bicampeonato espanhol.
A diferença de esforço dos goleiros evidencia a força defensiva da Fúria: controlando a posse de bola, os ibéricos limitaram muito as chances de gol dos adversários —tanto que sofreram apenas um gol no torneio, a melhor defesa entre os campeões.
Essa eficiência fez com que Unai Simón ficasse sem sofrer gol por 650 minutos consecutivos em jogos de Copa, quebrando o recorde de 517 minutos do italiano Walter Zenga, de 1990.
Iniciada na partida contra Marrocos, pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2022, a contagem de minutos foi encerrada no jogo contra a Bélgica, pelas quartas de final desta edição, quando a Espanha sofreu o único gol da campanha.
Assim, Unai Simón também termina a Copa do Mundo como o goleiro que, percentualmente, mais defendeu, parando 91% dos chutes que sofreu (9 dos 10).
Depois dele, vêm o português Diogo Costa, com três gols sofridos e 19 defesas (86%) e o colombiano Camilo Vargas, com um gol sofrido e outros seis chutes defendidos (86%).
Autor: Folha




















