quinta-feira, outubro 15, 2026
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STF livra bancos de cobrança estimada em R$ 850 milhões

Na sessão desta quarta-feira (14), o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) firmou um entendimento que beneficia instituições financeiras ao afastar uma cobrança estimada em cerca de R$ 850 milhões. O voto vencedor foi do ministro Flávio Dino, acompanhado por Cármen Lúcia, Cristiano Zanin, André Mendonça, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes. O relator, ministro Edson Fachin, obteve o apoio apenas de Nunes Marques.

A Corte derrubou o entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e decidiu que os depósitos judiciais devem passar pela correção monetária vigente à época em que o dinheiro esteve guardado, sem a aplicação posterior de índices destinados a recompor perdas inflacionárias.

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Entenda o que são expurgos inflacionários

A discussão envolve os chamados expurgos inflácionários. O valor nada mais é do que a diferença entre a inflação efetivamente registrada em determinado período e o índice utilizado para corrigir monetariamente uma quantia. Em outras palavras, é a parcela da inflação que deixou de ser incorporada à correção do valor.