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Associação critica alíquota do “imposto do pecado” sobre cigarros

A Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo) criticou o aumento da tributação sobre os cigarros determinado pela Medida Provisória (MP) 1.399/2026, publicada pelo governo Lula (PT) para regulamentar o Imposto Seletivo, conhecido como “imposto do pecado”.

O tributo foi criado, em tese, para desestimular o comércio de bens e a prestação de serviços considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, substituindo uma das funções do atual Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Segundo a entidade, a alíquota sobre o cigarro, que era de R$ 2,25, terá uma elevação de 55,6%, e pode favorecer o avanço do mercado ilegal do produto.

“O novo patamar não atende à demanda da indústria e do consumidor e amplia a diferença de preços entre o cigarro legal e o clandestino, favorecendo diretamente o contrabando e as organizações criminosas que controlam esse mercado”, disse a associação, em nota.

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