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Como Trump acabou com as políticas woke no Exército dos EUA

Desde seu retorno à Casa Branca, o presidente Donald Trump colocou o combate às políticas woke e aos programas de diversidade, equidade e inclusão (DEI) entre os principais objetivos de seu governo. Nas Forças Armadas americanas, não tem sido diferente.

Logo após tomar posse, em janeiro de 2025, Trump assinou um decreto para eliminar das Forças Armadas o uso de critérios de raça ou sexo em políticas de recrutamento, seleção e promoção de militares, além de acabar com estruturas burocráticas relacionadas aos programas DEI no então Departamento de Defesa. A medida também determinou uma revisão interna das ações adotadas nos anos anteriores para favorecer essas políticas.

A mudança representou uma ruptura com o caminho que o Pentágono vinha tomando durante o governo do democrata Joe Biden. Em um relatório publicado em 2020, ainda no último ano do primeiro mandato de Trump, o chamado Conselho de Diversidade e Inclusão do departamento havia recomendado, entre outras medidas, a retirada de barreiras consideradas “prejudiciais à diversidade” e a incorporação do tema à formação de lideranças militares. As medidas do relatório foram aplicadas nas Forças Armadas durante a gestão democrata.

Durante a campanha presidencial de 2024, Trump já indicava que pretendia mudar essa orientação caso retornasse à Casa Branca. Naquela ocasião, ele defendeu que a função das Forças Armadas americanas era “ganhar guerras” e “não ser woke”, colocando o combate às políticas de diversidade nas Forças Armadas entre as mudanças que prometia levar à Casa Branca.