sexta-feira, agosto 7, 2026
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Milicianos fuzilaram estátua do Sagrado Coração de Jesus na Espanha há 90 anos

O dia 7 de agosto marca o 90º aniversário do dia em que milicianos da Frente Popular, uma das facções da Guerra Civil Espanhola, abriram fogo contra o monumento ao Sagrado Coração de Jesus, diante do qual o rei Alfonso XIII, em 1919, havia consagrado a Espanha.

O monumento original, obra do arquiteto Carlos Maura e do escultor Aniceto Marinas, foi construído no Cerro de los Ángeles, o centro geográfico da Espanha, e foi financiado por subscrição pública, embora a estátua em si tenha sido doada pelo conde de Guaqui, Juan Marino de Goyeneche.

O complexo monumental, com 28 metros de altura, consistia não apenas na figura central de Jesus Cristo, mas também em dois grupos esculturais representando, respectivamente, a humanidade santificada e a humanidade em jornada rumo à santidade.

O primeiro grupo apresentava Santa Margarida Maria Alacoque, Santo Agostinho, São Francisco de Assis, Santa Teresa de Jesus, o beato Bernardo de Hoyos e São João Evangelista, entre outros. O segundo grupo compreendia figuras representando o caminho da caridade, da virtude e do amor essencial para a conversão e santificação.