quinta-feira, agosto 13, 2026
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o que entra e como interpretar

A declaração de bens dos candidatos às eleições 2026 voltou ao centro do debate depois que a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) informou à Justiça Eleitoral patrimônio de R$ 15.975,73 para disputar a reeleição.

O deputado estadual Leonardo Siqueira (Novo-SP) apresentou representação à Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo questionando a compatibilidade entre o patrimônio informado e artigos de luxo que, segundo ele, são usados publicamente pela parlamentar.

O episódio ajuda a explicar uma dúvida que aparece a cada eleição: afinal, o que um candidato precisa declarar e como esses valores devem ser interpretados? A relação é obrigatória no registro e dá publicidade ao patrimônio informado. Ela não é uma declaração de renda nem uma avaliação do preço atual dos bens.

Declaração de bens dos candidatos às eleições 2026 tem regras próprias

De acordo com a Resolução TSE nº 23.609/2019, o registro deve ser acompanhado de uma relação atual de bens, preenchida de forma simplificada, com a indicação do bem e seu valor declarado à Receita Federal. A norma dispensa o endereço de imóveis, placas de veículos e outros dados pormenorizados.