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Trump chega à China para encontro com Xi

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou por volta das 9 horas (de Brasília) desta quarta-feira (13) em Pequim, onde fará uma visita oficial de três dias e se encontrará com o ditador da China, Xi Jinping.

Segundo informações da agência Associated Press, o mandatário americano foi recebido com pompa assim que o Air Force One, o avião oficial da presidência dos EUA, pousou na capital chinesa.

Um tapete vermelho foi estendido para ele, autoridades chinesas o cumprimentaram e uma cerimônia de boas-vindas, com cerca de 300 jovens, uma guarda de honra militar e uma banda militar, foi realizada.

O principal momento da visita de Trump à China deve ser na quinta-feira (14), quando o presidente americano terá conversas bilaterais e um banquete formal com Xi.

Espera-se que os líderes dos dois países com as maiores economias e maiores gastos militares do mundo discutam a guerra no Irã, tarifas e Taiwan.

Na segunda-feira (11), Trump disse à imprensa que falaria com Xi sobre um pacote de armas de US$ 11 bilhões para Taiwan, autorizado pelo governo americano em dezembro, mas que ainda não foi implementado.

Nesta quarta-feira, antes da chegada de Trump, a porta-voz do Escritório de Assuntos de Taiwan do Conselho de Estado (Executivo chinês), Zhang Han, afirmou que a questão taiwanesa é “um assunto puramente interno da China”, que “não admite nenhuma ingerência externa”.

“Pequim insta a parte americana a respeitar o ‘princípio de uma só China’ e os três comunicados conjuntos China-EUA, a manejar com prudência a questão de Taiwan, a parar de vender armas a Taiwan e a não enviar sinais errôneos às forças separatistas da ‘independência’ de Taiwan”, afirmou a porta-voz em entrevista coletiva, segundo informações da agência EFE.

Taiwan é uma ilha que a China considera parte do seu território, apesar de ser administrada de forma independente desde o final da Guerra Civil Chinesa, em 1949, quando os nacionalistas, derrotados pelos comunistas, se refugiaram na ilha.

Pequim tem reiterado ameaças de anexar Taiwan – o que chama de “reunificação”. Em resposta, Taipei tem buscado aumentar os investimentos em defesa.

Autor: Gazeta do Povo

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