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EUA cogitam levar Nicolás Maduro a julgamento em junho de 2027

O Ministério Público Federal do Distrito Sul de Nova York propôs nesta terça-feira (21) que o julgamento do ditador venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, acusados ​​de tráfico de drogas, comece em junho de 2027, segundo um documento apresentado a um tribunal federal do estado.

A proposta da promotoria surge antes de uma audiência marcada para esta quarta-feira para discutir o cronograma do julgamento de Maduro. A defesa planeja apresentar seus argumentos iniciais em setembro, e o governo espera entregar a maior parte das provas sigilosas em novembro.

De acordo com o documento judicial, consultado pela Agência EFE, a promotoria prevê que as partes conseguirão concluir a fase de troca de provas antes do início do julgamento, embora o processo ainda inclua diversas etapas preliminares, como a apresentação de moções pela defesa e a análise de material sigiloso relacionado ao caso.

O documento também indica que o governo dos EUA espera avançar na divulgação de informações sigilosas nos próximos meses, enquanto a defesa terá até o início de 2027 para apresentar novas moções antes que o tribunal defina o cronograma final do julgamento. O ditador chavista e sua esposa comparecerão a uma nova audiência nesta quarta-feira para revisão do processo criminal contra eles, que inclui acusações de conspiração para cometer narcoterrorismo e importação de cocaína.