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Exploração de petróleo na foz do Amazonas coloca Petrobras e MPF em nova crise

A Petrobras afirmou nesta segunda-feira (21) que as atividades de exploração de petróleo na foz do Rio Amazonas, na região da Margem Equatorial próximo à costa do Amapá, não causaram impactos socioambientais diretos em comunidades ou terras indígenas. A declaração foi uma resposta ao pedido feito pelo Ministério Público Federal (MPF) à Justiça para a suspensão da licença que permite à estatal perfurar novos poços na região.

A Petrobras diz que o trabalho ainda está na fase de pesquisa e que, antes de começar a perfuração, conversou com moradores e comunidades locais. Segundo a empresa, foram realizadas mais de 80 reuniões e audiências públicas em 22 municípios do Amapá e do Pará.

“A Petrobras cumpre rigorosamente a legislação e as exigências dos órgãos competentes no processo de licenciamento ambiental. A atividade no bloco FZA-M-59 está em fase de pesquisa exploratória, e os estudos realizados não identificaram impactos socioambientais diretos sobre comunidades ou terras indígenas”, disse a estatal em nota (veja na íntegra mais abaixo).

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