
O Serviço Secreto americano abriu uma investigação sobre as supostas ameaças direcionadas ao filho mais novo do presidente Donald Trump, Barron, veiculadas pela imprensa estatal iraniana no início desta semana.
“O Serviço Secreto dos EUA está ciente do vídeo e investiga qualquer coisa que possa ser percebida como uma ameaça às pessoas que protegemos […] Por questões de segurança operacional, não discutimos assuntos de inteligência de proteção”, declarou o porta-voz da agência governamental, Nate Herring, em comunicado à Associated Press nesta terça-feira (25).
Uma emissora estatal do Irã, afiliada à Guarda Revolucionária Islâmica, transmitiu um vídeo que supostamente mostra os passos do filho mais novo do presidente americano.
As imagens foram divulgadas pelo Canal 3 com o título “Onde e como devemos matar Barron Trump?”. O material divulgado exibe uma aparente localização da universidade de Barron, de 20 anos, veículos de escolta e postos do Serviço Secreto. Na mensagem, o Irã diz que os movimentos do filho mais novo do líder da Casa Branca são “totalmente monitorados”.
Além da ameaça televisionada, outras publicações supostamente ligadas à Guarda Revolucionária oferecem uma recompensa de 10 milhões de dólares por sua captura.
Segundo o vídeo, traduzido pela Euronews nesta segunda-feira (24), “uma garota” teria conseguido burlar a proteção do Serviço Secreto e entrado em conversas privadas com Barron por meio de salas em aplicativos do Xbox usadas pelo jovem, como no jogo Fifa e no Discord. Ela teria passado informações para os produtores do programa que transmitiu o material.
Autor: Gazeta do Povo








.gif)












