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setor farmacêutico quer adiar e cita escassez

Entidades representativas do setor farmacêutico brasileiro formalizaram um alerta contundente ao Congresso Nacional sobre o que classificam como um “risco concreto” de desabastecimento de medicamentos em todo o território nacional a partir do início de 2027.

Diante da indefinição de parâmetros operacionais pelo governo Lula, o segmento solicita a postergação, por ao menos um ano, de marcos centrais da implementação da reforma tributária sobre o consumo.

A manifestação consta em carta conjunta encaminhada às presidências da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, publicada pelo Estadão.

O documento é subscrito de forma unificada pelas seis principais entidades que integram a cadeia nacional do setor, desde laboratórios fabricantes até centros de distribuição e redes de drogarias – a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), a Associação Brasileira do Comércio Farmacêutico (ABCFarma), a Associação dos Distribuidores Farmacêuticos do Brasil (Abafarma), a Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan), a Associação Brasileira dos Distribuidores de Medicamentos Especiais, Excepcionais e Hospitalares (Abradimex) e o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma).