Entre um vídeo que alcança milhões de pessoas e uma mensagem que deixa de circular, parte da disputa eleitoral passa por decisões que o público mal consegue enxergar. Nesta campanha, os gastos com impulsionamento, as suspensões de canais e a produção de propaganda por inteligência artificial levaram candidatos e tribunais a discutir as condições em que se chega ao eleitor nas plataformas digitais.
Leia mais (10/16/2026 – 08h00)
Autor: Folha




















